Natalie é mulher.
Natalie é mãe.
Natalie é autoflageladora.
Arranhando as paredes construídas pelo ressentimento, arrependimento e culpa, Natalie se corta como uma fuga de uma vida que ela nunca planejou. Ficar no presente só é possível quando você deixa ir o passado. Mas, e se o passado não a deixar ir?









































